segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Trapizonga

A coluna que não diz coisa com coisa, mas que revela fatos de verdade!


Cai ou não?
Volta à baila, segundo me segredou um papa capim (foto) que se aproveitou da revoada das maritacas que comiam milho no meu quintal, o cai-não-cai do atual administrador de Itapoã (DF), Gesiel Miguel da Silva. Segundo o passarinho que não fica quieto, a batata do pastor-administrador tá pra lá de quente, quase queimando. Como as fofocas, boatos e mexericos aqui deste lado de cá do Lago do Paranoá não andam, voam, a coluna fica com um pé atrás e à espreita pra ver até onde isso vai dar.

É do Entre Lagos
A fonte que que cochichou o comentário ao papa-capim, foi além: garantiu, inclusive, que o substituto do pastor-administrador tem domicílio e residência do Condomínio de Mansões Entre Lagos. Este colunista, por exemplo, conhece pelo menos três pretensos candidatos ao cargo.: um agente da Polícia Civil, outro articulador político e um advogado. O articulador garante que não pleiteia o cargo. O advogado, bem, este não diz nem que sim, nem que não e o agente não foi encontrado para comentar o caso.

Duro na queda.
Empossado em: 01/01/2011 (ufa, o site da administração quase leva a coluna ao erro, lá tá cravado que ele assumiu em 2010!), Gesiel Miguel da Silva tem se demonstrado duro na queda. Os boatos e mexericos dando conta de sua queda correm frouxos pelas ruas da cidade e adjacências desde o início de sua gestão, mas até o momento ele continua a tocar o barco, mesmo com a embarcação fazendo águas a olhos vistos. Agora parece à coluna que o comentário tem um fundo de veracidade, até porque o governador Agnelo Queiroz anunciou ano passado que no primeiro trimestre de 2012 daria uma freada de acomodação e entre as peças do tabuleiro pode estar algum administrador regional. É esperar pra ver o que acontece.

Criticado.
O fato é que Gesiel Miguel da Silva tem sido muito criticado tanto por empresários locais, como por políticos até da base do governador e, o que é pior, pela população que não agrada muito do seu jeito pastoral de gerir os destinos e os recursos da cidade.  Recentemente, indo para o Paranoá em um microônibus, o colunista ouviu um morador do Itapoã comentando acerca do valor dos gastos com festas na cidade, inclusive a do fim do ano passado, esta, d acordo com o reclamante, custou a bagatela de (pasmem) R$ 400 mil.

Piscinão.
Uma coisa que também tem gerado reclamações é o tal do piscinão do Arruda, aquela obra que fica às margens da DF 250, no meio do pinheiral, que deveria receber as águas pluviais do Itapoã e que até hoje está inoperante. Ninguém diz nada com coisa alguma quando o assunto é a drenagem das águas das chuvas, mas todo mundo sabe que a obra está pronta, restando apenas a interligação das galerias com o piscinão para tudo entrar nos eixos.





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Congresso retoma trabalhos esta semana sem votações

Como nenhuma comissão funcionará no decorrer da semana, alguns partidos dedicarão esse tempo para contornar problemas nas bancadas. Esse é o caso dos senadores do PT que precisam definir o rodízio nos cargos de primeiro-vice-presidente e nas presidências das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Direitos Humanos (CDH) será cumprido ou não. A reunião está marcada para amanhã (31), a partir das 12h.

Saiba mais:

Congresso retoma trabalhos esta semana sem votações | Agência Brasil


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MPA se reúne com Carlos Magno e reivindica mais infraestrutura para a agricultura familiar

Ouro Preto do Oeste (RO) - Representantes do Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA reuniram-se na manhã desse sábado (28) com o deputado federal Carlos Magno (PR). Na pauta do encontro foi debatida a falta de infraestrutura na produção da agricultura familiar em Rondônia. O encontro aconteceu nas dependências do Sindicato dos Trabalhadores em Ouro Preto do Oeste.
Na oportunidade, foram reivindicadas ao parlamentar pequenas agroindústria para a produção de derivados da cana-de-açúcar (rapadura, melado, açúcar mascavo), bem como pequenos tratores agrícolas.
De acordo com o coordenador estadual do MPA, Valdeir Pereira de Sá Leite, essas reivindicações visam propiciar às famílias dos pequenos agricultores uma maior diversificação da produção agrícola, resultando em uma maior distribuição de renda. Isso viria a disponibilizar alimentos mais baratos na mesa dos produtores, além de serem mais saudáveis sem o uso de agrotóxicos. Valdeir destaca que estes alimentos serão vendidos nas feiras livres e na Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB. 
O coordenador lembrou que esse encontro ocorreu graças à boa relação que o movimento tem com o deputado Carlos Magno. “Carlão vem contribuindo com o MPA há muito tempo, desde quando ele era prefeito aqui em Ouro Preto do Oeste e secretário de Agricultura do Estado de Rondônia. Exemplo disso foi sua ajuda ao assentamento 14 de Agosto, localizado entre os municípios de Jaru e Ariquemes”, destaca.
Para o deputado federal Carlos Magno, a agricultura familiar tem uma importância muito grande na produção nacional de alimentos que chegam até a mesa do povo brasileiro, além do superávit oriundo da exportação, resultado da produção do agronegócio.
“Estou buscando, por meio de emendas, ajudar o homem do campo, em específico da agricultura família, com o intuito de proporcionar a diversificação de sua produção, dando mais condição de trabalho e, consequentemente, maior geração de emprego e renda nos municípios”, frisa Magno.
O deputado ainda ressalta que sua preocupação como parlamentar não é somente em disponibilizar tais emendas, mas que elas tenham a finalidade de aplicação com resultado positivo na renda e na vida das pessoas que moram no campo.
Participaram da reunião representante dos municípios de Ouro Preto do Oeste, Nova União, Nova Brasilândia, Alta Floresta, Santa Luzia e Teixeirópolis. 
Fonte: Rondon Rezende / Gazeta Central




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Ministério libera R$ 900 mil para ajudar imigrantes haitianos no Acre e no Amazonas

Nos últimos meses, milhares de haitianos entraram no Brasil para fugir da miséria e do caos em da terra natal, arrasada por um terremoto em 2010. Os imigrantes entram, em maioria, por Tabatinga, no Amazonas, e Brasileia, no Acre.

Saiba mais:

Ministério libera R$ 900 mil para ajudar imigrantes haitianos no Acre e no Amazonas | Agência Brasil


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