sexta-feira, 18 de abril de 2008

Planseq Hidroelétrica qualifica 3 mil trabalhadores para o setor




Vista aérea do Rio Madeira, para o qual estão projetadas duas hidrelétricas (Foto: Wilson Dias/ABr)


Convênio realizado em Rondônia está em fase final e parece já dar resultados. Só nos dois primeiros meses do ano foram gerados mais de mil novos postos de trabalho no Estado



Brasília (Assessoria de Imprensa do MTE) - Na busca pela qualificação da mão-de-obra brasileira, o Plano Setorial de Qualificação (Planseq) tem destaque entre as ações do Governo Federal. Desde que foi instituído em 2005, já capacitou mais de 50 mil trabalhadores em todo o país em áreas de metalurgia, aeronáutica, turismo, trabalho doméstico, petróleo e gás. Agora é a vez do setor de hidroelétrica. Convênio firmado, já em fase final de execução, está atendendo a mais de 3 mil trabalhadores no estado de Rondônia.
Planseq Hidroelétrica está em andamento no município de Porto Velho, capital do estado, e acontece a partir de parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego, governo de Rondônia, Prefeitura Municipal de Porto Velho, entidades sindicais e empresariais. Para dar subsídio às ações de treinamento e qualificação, houve investimento de quase R$ 1,5 milhão. Na região serão construídas duas hidroelétricas no Rio Madeira, uma na cachoeira do Santo Antônio e a outra na do Jirau. Deste modo, o projeto realizado em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) é de relevância ímpar, na medida em que prepara os trabalhadores a prestar um serviço de qualidade e atender aos novos postos de trabalho que serão gerados em decorrência das obras e do conseqüente aquecimento da economia local.
E parece que o aquecimento já está acontecendo. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do MTE, foram gerados mais de 8,3 mil novos empregos formais em Rondônia em 2007, uma taxa de crescimento de 5,94% - maior que a registrada em todo país (5,85%). Na comparação com o ano anterior, os dados da formalização de trabalhadores são ainda mais surpreendentes, quase três vezes superior a 2006, quando foram gerados 3,6 mil postos.
E pelo visto, 2008 não fica para trás. Só nos dois primeiros meses deste ano foram 1.143 trabalhadores a mais com a carteira assinada nas mãos em Rondônia.
"A partir das ações de qualificação, os trabalhadores serão preparados para entrar no mercado, ter uma oportunidade de verdade de ver a carteira assinada", destacou o ministro Carlos Lupi.

Planseq

O convênio para o setor de Hidrelétrica foi celebrado no dia 30 de novembro de 2006, com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Departamento Regional de Rondônia (SENAC/RO), para a qualificação de exatos 3.006 trabalhadores. A idéia é suprir a demanda de empregos a ser gerada pela construção das hidrelétricas na região e inserir pelo menos 30% dos participantes dos cursos. O Planseq faz parte do Plano Nacional de Qualificação (PNQ), caracterizado pela integração de políticas para intermediação de mão-de-obra, qualificação social e profissional, sendo sua execução vinculada a parceria com instituições especializadas em educação profissional para formação dos trabalhadores em cursos com duração mínima de 200 horas, conforme as Resoluções CODEFAT n.º 333/03 e 408/04.

COM A PALAVRA, LUCIANO PIRES:

Após 26 anos de carreira executiva, o comunicador Luciano Pires fala sobre a experiência de iniciar uma nova fase em sua vida. A segurança da antiga “gaiola” ficou para trás. Mas, em troca, ganhou algo muito mais valioso: a liberdade para voar.


SOBRE CANÁRIOS E SABIÁS

Algum tempo atrás comentei com um amigo sobre minha carreira como executivo e a intenção de um dia partir para vôo solo. Esse amigo então me falou de canários e sabiás. Disse que o canário passa a vida numa gaiola maravilhosa, com comida e água em abundância, veterinário e todos os cuidados necessários para cumprir sua nobre função: ser bonito de ver e melhor ainda de ouvir. O canário canta e encanta. Onde existe um canário a vida é mais alegre. E eles são lindos, em vários tons de amarelo, branco, laranja...
Já os sabiás não servem para ser criados em gaiolas. Sabiás não são tão bonitos, as penas não são tão coloridas e seu canto não chega aos pés dos canários. Sabiás não são graciosos como os canários. E precisam lutar pela sobrevivência.
Em compensação, sabiás voam. Voam alto, pousam nas árvores que querem, vão para onde querem e levam a vida em total liberdade.
Meu amigo disse que eu vivia a fase de canário e que um dia partiria atrás da liberdade do sabiá. Achei o conceito muito apropriado. E com o tempo fui percebendo como é verdadeiro.
Os jovens – canários – têm energia, saco e curiosidade para suportar a gaiola, a rotina do dia-a-dia, a obrigação de cantar sempre. Para o jovem canário, cantar é o objetivo da vida. E, quanto mais alto e mais melodioso for o canto, mais valioso ele será. Não importa se numa gaiolinha, gaiolão ou viveiro, eu quero é cantar!
Canto, portanto sou feliz.
Mas a maturidade traz outras prioridades. Cantar alto e melodioso deixa de ser objetivo para ser conseqüência.
Sou feliz, portanto canto.
A maturidade mostra que, por mais técnicos e hábeis que sejamos, cantamos melhor quando estamos felizes. E a felicidade só é plena quando existe liberdade. Liberdade de pensar, de realizar. Liberdade de ser você mesmo sem precisar seguir os roteiros e padrões da comédia corporativa.
Para algumas pessoas – eu, por exemplo – o atributo mais importante que desaparece com a maturidade no ambiente profissional é a paciência.
Quanto mais experiência, menos paciência. O tempo passa a ser valioso demais para ser desperdiçado com os rituais exigidos pelo mundo corporativo. Queremos resultados. Queremos voar. Ver o mundo de cima. Queremos prazer. Queremos crescer. Queremos ousar.
A segurança da gaiola, os alimentos fartos, os cuidados médicos passam a ter um custo altíssimo: a liberdade.
Pois bem. Estou deixando de ser canário para virar sabiá.
Depois de 26 anos trabalhando numa multinacional, abro a porta da gaiola para enfrentar o mundo lá fora. Meu vôo solo.
A primeira coisa que chega é aquele frio no estômago, sabe? Mistura de ansiedade com medo. Felizmente minhas aventuras pela vida me ensinaram a transformar esse frio em energia para fazer acontecer.
Em seguida vêm outros canários (e até alguns sabiás meio castigados) dizendo: cuidado! Lá fora é perigoso demais!
Outros sabiás, experientes e grandes voadores, me acolhem alegremente. Mas todos dizem: não é fácil!
No entanto, não tenho escolha. Meu destino é voar. Levei 26 anos para preparar o vôo, aprendendo a navegar, a planejar, a surpreender, a observar, a criticar, a inspirar. Reforcei as asas. E fiz minha cabeça.
Dentro de segundos lanço-me no espaço. Inebriado com a liberdade é provável que eu dê umas cabeçadas nos muros. Ou trombe com outros pássaros. Quem sabe passarei fome e frio até aprender a encontrar comida e abrigo.
Mas de uma coisa tenho certeza: quando eu estiver em pleno vôo, lá no alto, olhando o horizonte e as copas das árvores com o vento no rosto e o calor do sol em minhas costas, sei o que passará por minha cabeça:
– Preciso contar pros canários!

Luciano Pires é jornalista, escritor, conferencista e cartunista. Faça parte do Movimento pela Despocotização do Brasil, acesse www.lucianopires.com.br e conheça muitas outras ações do Luciano, dos seus colaboradores e da fertilizadora cultural Café Brasil.


Cabrini é liberado


“Eu não vou falar agora. Eu gostaria de agradecer o carinho de todos vocês. Eu pretendo dar detalhes depois com mais calma. Eu pretendo falar sobre tudo isso."
O jornalista Roberto Cabrini foi libertado na noite de ontem (17), após receber o relaxamento da prisão em flagrante e habeas corpus em São Paulo. Com o relaxamento da prisão em flagrante, a Justiça descarta a possibilidade de que Cabrini seja realmente um traficante.
“Eu não vou falar agora. Eu gostaria de agradecer o carinho de todos vocês. Eu pretendo dar detalhes depois com mais calma. Eu pretendo falar sobre tudo isso. Evidentemente há uma série de coisas [sobre] as quais eu não estou feliz, mas nesse momento eu quero dizer para vocês que vou continuar fazendo o meu trabalho da mesma forma e com mais coragem ainda”, disse Cabrini à Folha Online na saída do distrito.
Cabrini deixou o 13º Distrito Policial, localizado na Casa Verde (zona norte), às 20h32, acompanhado dos advogados Renato Martins e Alberto Zacharias Toron.
O jornalista foi detido no início da noite da última terça-feira (15) no bairro Jardim Herculano (zona sul) com dez papelotes de cocaína, ele foi inicialmente encaminhado ao 100º Distrito Policial, que atende aquele bairro, e transferido ontem ao 13º Distrito Policial.
O jornalista estava na companhia de uma mulher, a comerciante Nadir Dias da Silva, 50, que Cabrini informou ser uma fonte em depoimento à polícia e nota veiculada para a imprensa.
Silva levaria o jornalista a ter acesso a um material que comprovaria que a polêmica entrevista realizada em maio de 2006 com Marcos Herbas Camacho, o Marcola, líder da facção criminosa PCC, foi verídica, segundo Cabrini. Em seu depoimento, Silva alegou que ela era amante do jornalista.
Toron disse que Silva ameaçava Cabrini e que a investigação deve provar que o flagrante foi forjado. Para o advogado, as declarações de Silva não devem ser tomadas em conta.
Recém-contratado pela Record, Cabrini passou pela Band e Globo, foi correspondente de guerra e apresentador de telejornal.
A Record informou que estava ciente de que Cabrini realizava uma reportagem sobre tráfico de drogas e deslocou advogados da emissora para o caso.
O Sindicato dos Jornalistas publicou ontem uma nota de apoio ao jornalista. Hoje, o presidente da Associação Paulista de Imprensa, João Baptista de Oliveira, foi ao distrito policial levar uma carta para o jornalista.
Cabrini, em seu depoimento, disse que foi obrigado a consumir cocaína diante de Silva. Um vídeo teria sido feito. Toron afirmou não temer que o material vaze.
Somos surpreendidos todo dia por novos fatos, nos últimos tempos muitos deles nos levam a parafrasear Renato Russo e perguntar “Que país e esse”.

Bastidores (Coluna de Fabíola Reiperd)

Na Record, a ordem da direção é não defender nem atacar Roberto Cabrini, acusado de tráfico de drogas. A idéia é sugerir que ele assuma que tem dependência de drogas e procure tratamento

Nota do In Blog

Após os escândalos dos cartões corporativos, a CPI tranca a pauta do já pouco produtivo Congresso Nacional e nada apura, o cirurgião plástico conceituado é condenado por matar e esquartejar a ex-amante, a empresária de Goiânia é surpreendida torturando cruelmente uma criança, o pai que é acusado de arremessar a filha da janela do apartamento e mais recentemente Roberto Cabrini é flagrado com papelotes de cocaína em companhia suspeita.
Os fatos listados acima tomaram conta do noticiário nacional e levantaram uma série de discussões sobre a índole dos indivíduos, o peso do pré-julgamento e a influência da mídia em decisões judiciais. Cabrini é um profissional consagrado e respeitado que construiu reputação baseada na sua credibilidade e competência, talvez por isso em meio a essa enxurrada de crimes o episódio do jornalista tenha tido tanta repercussão. A demora da Rede Record em se pronunciar oficialmente e a timidez de quando o fez são razões para estremecer a relação entre empresa e o recém-chegado colaborador.
O problema para os admiradores de Cabrini é que, ao contrário de todos os outros casos desta vez não podemos contar com seu tino investigativo para saber o conteúdo dos arquivos contidos no pen drive portado pela comerciante Nadir Dias da Silva no momento da prisão, o que o motivou consumir cocaína na ocasião e todos os fatos ainda não esclarecidos.
Por enquanto, culpado ou inocente Cabrini toma a mesma postura de outros acusados se fazendo valer de notas oficiais e usando advogados para se pronunciar. Ainda permanecem as dúvidas:
Quem terá coragem de fazer perguntas embaraçosas ao consagrado jornalista?
Até quando ele manterá essa postura?
Como ficará sua carreira?

(Fonte: Folha Online)


Senadores ouvem madeireiros e trabalhadores em Tailândia

Brasília (Domingos Mourão Neto/Agência Senado) - Senadores que integram a subcomissão temporária criada para acompanhar a crise ambiental na Amazônia (ligada à Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle - CMA) e a Comissão Temporária Externa do Risco Ambiental visitaram na tarde de ontem (17) o município de Tailândia, a 260 km da capital do Pará, Belém.
Em Tailândia, empresários locais, industriais e trabalhadores ligados à exploração de madeira condenaram a Operação Arco de Fogo, desencadeada há 62 dias pela Polícia Federal para combater o desmatamento. Segundo eles, a operação, que suspendeu o corte de madeira na região, gerou a eliminação de 8 mil empregos no município, considerado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) como um dos mais desmatados do Pará.
Os senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Sibá Machado (PT-AC), Expedito Júnior (PR-RO) e Jayme Campos (DEM-MT) visitaram hoje (18) a Ilha de Marajó, onde ouvirão pessoas ligadas à exploração de madeira, com vistas à elaboração dos pareceres relativos ao aumento da área devastada.


Fátima diz que trabalhadores de escolas devem receber formação

Brasília - Os mais de 1 milhão de trabalhadores de escolas públicas do país devem receber formação e ter identidade reconhecidas para que saiam da invisibilidade. Foi o que disse ontem (17) a senadora Fátima Cleide(PT-RO) na palestra “Funcionários de Escola: Formação e Identidade Profissional”, realizada no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília.
“A invisibilidade a que são relegados os trabalhadores de escolas, inclusive dentro da própria escola, que em muitos casos não reconhece a importância de suas atividades, impede que haja uma interface com o processo de ensino e uma interação maior com a tarefa de verdadeiramente educar, desde o momento em que criança entra na escola”, afirmou a senadora para a platéia de delegados de todo o país que desde segunda-feira participam dos debates sobre educação básica.
Estes trabalhadores atuam nas secretarias, na recepção dos alunos, bibliotecas, cantinas, laboratórios, nos cuidados com a segurança e em outras atividades não-docentes. “Há um histórico processo de provisoriedade e terceirização das funções exercidas, condição combatida há muito tempo pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, CNTE, luta a qual pude me engajar por um bom tempo”, lembrou Fátima.
Eleita senadora em 2002, a contribuição de Fátima em defesa “do reconhecimento da atuação dos funcionários como educadores” se materializa no Senado com a apresentação do PLS 507/2003, que trata de alterar o artigo 61 da LDB para caracterizar quem são os profissionais de escolas.
“Este é um passo importante. A partir disso, será possível política permanente de formação e qualificação destes trabalhadores. Ao ser reconhecida a profissionalização, um passo adiante acontece, que é a instituição de um plano de carreira”, salienta Fátima.
No âmbito do governo federal, a senadora informou que foi instituído, após gestões feitas pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, o Profuncionario, um programa de qualificação à distância para trabalhadores a partir da criação da área 21 de profissionalização, instituída por Portaria do MEC em 2005, permitindo quatro habilitações iniciais - secretaria Escolar; Multimeios Didáticos; Alimentação Escolar e Infra-Estrutura Material e Ambiental. A senadora atua para que o Profuncionario tenha recursos nos orçamentos e seja ampliado para todos os Estados.

Troca de camisa


Outra palestra com tema sobre a formação e identidade dos trabalhadores em educação foi feito pelo sindicalista José Roberto Torres Machado, que abordou o assunto sob a ótica do ensino privado. “Nas escolas privadas os empregados administrativos são trocados como peças, como se troca de camisa. 62% destes trabalhadores tem menos de 8 anos de permanência na atividade. Estamos lutando há tempo pela regulamentação de suas funções no ensino privado”.


Fátima Cleide fala sobre valorização na educação

Brasília (Da Redação / Agência Senado) - Na condição de representante da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), a senadora Fátima Cleide (PT-RO) fez palestra, na 1ª Conferência Nacional de Educação Básica (Coneb), sobre formação e valorização profissional na educação. A conferência, que termina nesta sexta-feira (18), reúne, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, especialistas de todos os setores ligados à educação básica do país para discutir melhorias na educação brasileira e formas de integração dos sistemas de educação no Brasil.
A parlamentar defendeu a profissionalização de todos os que compõem o quadro de funcionários de uma escola, como merendeiros, zeladores, vigias e auxiliares não-docentes. Fátima Cleide apresentou projeto de lei de sua autoria que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, LDB (
Lei 9.394/96) com o objetivo de classificar esses trabalhadores como educadores (PLS 507/03). A LDB considera profissionais da educação apenas o pessoal docente e pedagogos não-docentes.
A senadora petista afirmou que a profissionalização desses trabalhadores irá refletir-se na melhoria da qualidade da educação e na melhoria da formação desses funcionários. Conseqüentemente, lembrou Fátima Cleide, o profissional torna-se mais valorizado e mais bem preparado para exercer uma educação de qualidade.


OPTOMETRISTAS REALIZAM O SEGUNDO SIMPÓSIO EM JI-PARANÁ

Porto Velho (Alex Sakay) - Os optometristas estão realizando o II simpósio de Óptica e Optometria da Região Norte de 19 à 21 de abril em Ji-Paraná. O evento vai ser realizado no ginásio do Esporte Clube Vera Cruz, localizado ao lado da Rodoviária.
Depois do sucesso do Primeiro Simpósio, segundo o Presidente do Conselho Estadual de Optometria, Adriano Oliveira, o objetivo agora é congregar os profissionais do segmento e oferecer condições para a melhoria do setor, através de palestras, a formatura de uma nova turma de optometristas e uma feira onde as principais marcas estarão presentes, numa feira de negócios que está mostrando a força que o setor óptico tem em nosso estado.
Adriano afirma que depois das importantes vitórias conseguidas em âmbito nacional, onde a categoria conseguiu vencer no Supremo Tribunal Federal uma ação contra o Conselho Federal de Medicina, que pedia a ilegalidade da profissão de optometrista. “Estamos mais unidos e cada vez mais atuantes. Conseguimos também colocar Rondônia no mapa da optometria do país, no primeiro simpósio com a presença das autoridades representativas da categoria em âmbito nacional” destacou Adriano.
Agora, estaremos contando com a palestra do Dr. Cesar Patiño – Dr. em Optometria, da Colômbia que estará falando sobre a história da optometria no mundo e sua evolução no Brasil.
Com a palestra sobre Optometria Legal: abordagem do STF no reconhecimento de profissões – proferida pelo Dr. Fábio Cunha. Entre tantas outras que prometem fazer do evento um marco importante na solidificação do espaço da optometria em Rondônia, bem como na organização da categoria como um todo.
A abertura oficial será às 14 horas do dia 19 de abril e logo após a palestra do Prof. Dr. José Eduardo Moura, da Universidade Brás Cubas de São Paulo haverá o desfile Jipa Optical Fashion, onde as novas tendências da moda óptica estarão sendo mostradas


Idaron recebe visita de representantes do Inpev

Porto Velho (Decom) - Na manhã de ontem (17), a Agência Idaron recebeu a visita de dois representantes do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), órgão cuja atuação abrange todo o país. Eduardo Brito Bastos, gerente de projetos e Rosângela Gomes Soto foram recebidos por Ari Alves Filho, diretor executivo da agência. As coordenadoras Eutália da Cunha Alves e Rachel Barbosa também participaram do encontro. Os visitantes vieram tratar da questão dos agrotóxicos impróprios e obsoletos, por estarem vencidos, em desuso ou aqueles irregulares que foram apreendidos pela Idaron.
Atualmente após a apreensão é feita uma comunicação à indústria. A idéia, segundo Eduardo Brito Bastos “é auxiliar na desburocratização do sistema, de maneira que essas apreensões passem a ser feitas e informadas diretamente ao Inpev, que representa as 70 indústrias fabricantes de agrotóxicos, existentes hoje no Brasil”. O material vencido só pode ser incinerado ou reprocessado. No caso dos agrotóxicos apreendidos pela Idaron, o destino será a incineração em São Paulo, estado onde há dois locais destinados a esse fim. Um terceiro local, de acordo com Bastos, está para ser viabilizado no Rio de Janeiro.
A gerente de projetos do Inpev e coordenadora dos Estado do Mato Grosso e Rondônia, Rosângela Gomes, destaca a importância da parceria existente com este estado para o recolhimento das embalagens vazias de agrotóxicos. Avaliações conjuntas entre Inpev e estado são ações que sempre buscam alternativas para melhorar a performance dos trabalhos, com reuniões e seminários na procura de resultados cada vez melhores. Os 11 postos de recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos e uma central existente em Rondônia são apontados pela coordenadora como um desses bons resultados. Entretanto ela admite ainda ser necessário buscar melhorias, adicionando mais três ou quatro postos àqueles que já estão em operação, ou estimular o recebimento itinerante, que também traz resultados satisfatórios.
De acordo com a coordenadora Eutália da Cunha Alves, a visita é muito apropriada, já que o encontro será aproveitado para o estabelecimento da programação com o inpEV para 2008, visando a construção de novos postos de recolhimento e também melhorar a operação de recolhimento de produtos vencidos. A intenção é facilitar o trabalho para a indústria e também para a IDARON, reunindo num só local os produtos impróprios para uso. Desta forma o recolhimento se tornará mais eficiente e muito menos dispendioso. Atualmente a apreensão é feita e o produto permanece na própria revenda, que assume a condição de fiel depositária, até que o fabricante faça a retirada. Isto resulta em pontos de produtos impróprios espalhados por todo o estado, dificultando a operação de recolhimento. Quanto às embalagens vazias, o funcionamento adequado já foi atingido, com a concentração do volume produzido por todo o estado, no Município de Cacoal. Lá existe uma central de recolhimento. Segundo Augusto Fernandes Neto, engenheiro agrônomo e gerente de defesa sanitária vegetal da Idaron, Rondônia foi o primeiro estado brasileiro a solicitar o recolhimento de agrotóxicos vencidos. A Gerência de Defesa Sanitária Vegetal foi a autora da solicitação. Eduardo Brito Bastos confirma o fato dizendo que “em março de 2006 fizemos o primeiro recolhimento de agrotóxicos vencidos do Brasil, na cidade de Ouro Preto D’Oeste”.


Comitiva de Rondônia discute em Brasília políticas públicas para melhorar a educação

Brasília (Henrique Teixeira/Assessoria de Imprensa) - Para dar combustível na melhora da educação de Rondônia, uma comitiva formada por representantes de Porto Velho, sindicatos, movimentos sociais e parlamentares está na Conferência Nacional da Educação Básica (Coneb), em Brasília, para discutir políticas públicas educacionais.
Desde segunda-feira (14) participantes de todo o Brasil estão reunidos no Centro de Convenções Ulisses Guimarães para debater com todos os setores ligados à educação. Dois objetivos centrais norteiam a Conferência: promover da melhor forma possível o aprendizado nas salas de aula e estabelecer mecanismos de colaboração entre os três entes da federação - municípios, estados e união - para uma educação de qualidade.
A ex-secretária da Educação municipal de Porto Velho, Epifânia Barbosa da Silva, acredita que a colaboração é fundamental para melhorar a qualidade do ensino. “Espero que a Conferência consolide o regime de colaboração entre todos os entes da federação e que cada um possa garantir os recursos necessários para melhorarmos programas como Transporte Escolar e Merenda Escolar”, destacou Epifânia.
Dina Borges, do Centro de Pesquisas de Populações Tradicionais Cuniã (CPPT), que trabalha com comunidades ribeirinhas que vão desde Fortaleza do Abunã até Calama, abordou a Conferência pelo aspecto regional da educação. “Essa Conferência pode trazer muitos benefícios para as comunidades ribeirinhas, pois a educação é uma forma de fortalecer. Acredito numa educação do campo pelo campo. É preciso respeitar a diversidade regional e pensar, por exemplo, como a educação pode beneficiar o homem do campo?”, indaga Dina.


TCE treina equipe para tratar de licitações

Porto Velho (Lúcio Albuquerque) - Oito servidores da área administrativa do Tribunal de Contas do Estado, TCE-RO, participam desde esta quinta-feira e pelos próximos 15 dias, do Treinamento Sobre Realização de Licitações, aplicado pelo Técnico em Controle Externo do órgão, Márcio Rogério Gabriel.
O treinamento faz parte do programa desenvolvido pelo TCE para investir em melhora da qualidade dos servidores do Tribunal, dentro da proposta da instituição de manter sempre alto o nível de informação e conhecimento técnicos do seu quadro de pessoal.
O curso está sendo aplicado com uma hora-aula por dia, por sugestão da Secretaria Geral de Administração, dentro da programação do Instituto de Estudos e Pesquisas Conselheiro José Renato da Frota Uchoa, órgão do TCE.
O instrutor Marcos Rogério Gabriel é pós-graduado em Administração Pública, atuando como Pregoeiro do próprio Tribunal. "Esse treinamento – diz ele – tem a finalidade de capacitar esse grupo de servidores com vistas à melhora da qualidade na condução de certames licitatórios".