quarta-feira, 19 de março de 2008

Pesquisa revela que cai índice de violência em Rondônia

Pizzano informou que segurança pública passa por uma reestruturação
Porto Velho (Decom) - Em entrevista coletiva na manhã de hoje (19), o Coordenador Técnico de Segurança Pública, Cézzar Pizzano divulgou à imprensa de Porto Velho, dados de uma pesquisa que é realizada há 10 no Brasil, sobre o índice de violência nos estados. A pesquisa é feita pelos Ministérios da Justiça e da Saúde em parceria com o Instituto Sangari.
De acordo com a estatística do mapa da violência no Brasil, os estados de São Paulo e Paraná estão entre os mais violentos do país. Em Rondônia, a pesquisa mostra que houve redução no índice de violência. Os três municípios, Porto Velho, Buritis e Chupinguaia, considerados os mais violentos do estado em 2005, tiveram uma queda no ranking nacional. A capital que estava em 5º lugar, ocupa hoje a 56º posição. Buritis, de 23º foi para 33º e de 14º Chupinguaia caiu para 31º.
Pizzano destacou os casos mais preocupados e que tiveram queda no índice. Em 2006, foram registrados 546 casos de homicídios, em 2007 o número baixou para 370. O latrocínio, roubo seguido de morte, em 2006 foram 25 enquanto que em 2007, foram 22 casos registrados.
Segundo a estatística, houve uma redução de pelo menos, 80% no número de roubos de veículos de 2006, 847 casos, em relação ao ano passado, 401 carros roubados.”Rondônia nunca teve uma redução no índice da violência, como teve agora, por conta da política de segurança pública adotada pelo estado. Com recursos próprios o governador Ivo Cassol tem investido de forma considerável no setor. Todo esse esforço pode ser visto nas delegacias onde o plantão de delegados e escrivães foi reforçado. Hoje tem mais policiais militares e viaturas nas ruas. São cerca 60 carros da polícia e aproximadamente 300 policiais realizando o policiamento ostensivo nos bairros de Porto Velho, principalmente nos da zona leste”, destaca Pizzano.
Nesses bairros, de acordo com dados do Georeferenciamento que regionalizou as áreas mais violentas da capital, nos bairros da zona leste, houve uma redução de 70% no índice de violência.

Homicídios e drogas

Quanto aos dados sobre homicídios, o secretário estadual de Segurança pública, Evilásio Sena comentou que a redução no índice desse crime em Rondônia está no patamar aceito pela Secretaria Nacional de Segurança Pública- Senasp. “ O patamar aceitável é de 30 a 40 homicídios por 100 mil habitantes. O índice de Rondônia é de 22 a 23 homicídios por 100 mil habitantes, que são considerados índices baixos, proporcionalmente”, frisa Sena.
O secretário acrescenta ainda que 80% dos crimes de violência em Rondônia são em decorrência da droga. A maioria dos casos ocorre pelo consumo, tráfico ou acerto de contas. Recentemente as polícias do Estado, numa operação conseguiram fazer a maior apreensão de cocaína em Rondônia. Foram 300 quilos apreendidos na região de Rolim de Moura. Nos últimos dias houve mais apreensão de material entorpecente, 90 quilos em Guajará-Mirim e mais 3 quilos pelo Denarc.
“O tráfico de drogas é um caso sério no nosso estado, uma vez que nossa região é de fronteira, o que é uma atribuição da Polícia Federal. A Segurança Estadual de Segurança Pública do Estado não tem medido esforços para ajudar no combate a esse crime, mas também não podemos nos descuidar do nosso dever, que é combater a violência em nossa jurisdição”, finaliza.

Revitalização

O coordenador Cézzar Pizzano informou que segurança pública passa por uma reestruturação com o Projeto audacioso de Revitalização da Segurança Pública. Pizzano disse que as delegacias de polícia serão transformadas em Unisp´s, como a que funciona no prédio antigo do 5º DP, no bairro Agenor de Carvalho. Serão implantadas quatro circunscrições que terão as polícias militar e civil, para atender os moradores os bairros onde estiverem localizadas. O projeto prevê ainda a implantação de conselhos comunitátrios em cada bairro de Porto Velho.
Com esse modelo, que é considerado um dos mais modernos do país, a Central de Polícia será desativa nos próximos 90 dias. Pizzano informou ainda duas centrais de polícia funcionarão no 2º e 4° DP´s. O projeto de revitalização da segurança pública deve ser implantado ainda este ano.

Exposições 2008

Governo alerta para prestação de contas e mudança de regras

Porto Velho (Decom) - As associações que planejam pleitear junto ao Governo do Estado recursos para as feiras agropecuárias do calendário de 2008, que já está disponível na internet (www.seapes.ro.gov.br, último ícone à esquerda), deverão estar em dia com a prestação de contas dos convênios celebrados em 2007, sob pena de não terem suas propostas sequer apreciadas.
O aviso é da Secretaria de Estado da Agricultura, Produção e do Desenvolvimento Econômico e Social (Seapes), que alerta as associações para o prazo máximo de 60 dias após a execução das obras ou dos serviços para o envio da documentação relativa aos convênios celebrados no ano passado para melhorias realizadas com recursos do Tesouro estadual, como ampliação de pavilhões e arquibancadas, construção de muros, reforma de redes elétricas e hidráulicas, contratação de serviços especializados e aquisição de máquinas e equipamentos.
Além disso, as simples cotações de preços, utilizadas até o ano passado pela maioria das associações para apresentarem os orçamentos de seus Planos de Trabalho, deverão ser substituídas por uma das três modalidades de licitação exigidas pela Lei 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos), nos casos em que o valor seja superior a R$ 8.000,00, para compras e serviços, e R$ 15.000,00 para obras e serviços de engenharia.
“Como gestoras de recursos transferidos por um órgão público, como é o caso da Seapes, as entidades sujeitam-se aos preceitos daquela lei e também da Instrução Normativa 01/97, da Secretaria do Tesouro Nacional, que disciplina a celebração de convênios de natureza financeira que tenham por objeto a execução de projetos ou a realização de eventos”, afirma o titular da pasta, Marco Antonio Petisco.
Para a prestação de contas, não custa lembrar, as entidades devem apresentar o plano de trabalho, o termo simplificado de convênio, o relatório de execução físico-financeiro, demonstrativo de execução da receita e despesa, relação de pagamentos, relação de bens, extrato da conta bancária específica, cópia do termo de aceitação definitiva da obra (quando for o caso), comprovante do recolhimento do saldo de recursos à conta indicada pelo concedente e cópia do despacho adjudicatório e homologação das licitações realizadas ou a justificativa para sua dispensa.

Estado e municípios definem a divisão de R$ 9 milhões para atendimentos em Saúde

Porto Velho (Decom) - O Governo de Rondônia, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) realizou, em Porto Velho, a 2ª reunião da Comissão Intergestora Bipartite (CIB) de 2008. No encontro ficou definida a distribuição de R$ 9.085.900,27 em recursos, para atender o teto financeiro utilizado nos atendimentos em saúde feitos pelo Estado e municípios. Os valores são provenientes do Ministério da Saúde (MS) e definidos pela portaria nº 2880/GM. Dos 52 dos municípios, 42 não atingiram o limite de gastos pactuados e repassados pelo governo federal.
Tanto o Estado quanto os 52 municípios possuem um valor limite de recursos, repassados pelo MS, para atendimentos de baixa, média e alta complexidade. A divisão é definida através de diretrizes como o número de habitantes e a capacidade técnica de atendimento. A decisão também é feita por meio da Programação Pactuada e Integrada (PPI).
“Para avaliar a melhor maneira para a divisão dos recursos, apresentamos, na reunião da CIB, um estudo voltado para o encontro de contas. O levantamento comparou o teto recebido pelos municípios, com a produção apresentada. A produção envolve todos os serviços em saúde feitos pela administração estadual e pelas prefeituras”, explicou Milton Moreira, secretário de Estado da Saúde.
O levantamento aponta que dos 52 municípios, 42 não atingiram o limite de investimentos pactuados em 2007. Isso significa que a grande maioria das prefeituras não apresentou produção compatível com os recursos repassados. Como exemplo o município de Candeias do Jamarí tem um teto de R$ 129.259,24, porém utilizou pouco mais de 52 mil reais. O valor representa 42,5% dos recursos. O teto de produção de Buritis, para o ano passado, era de mais de R$ 1,5 milhão, mas o município usou somente R$ 541.543,57. O montante equivale 34% do limite de gastos.
Estado supera o teto de repasses em mais de R$ 5 milhões - O município de Primavera de Rondônia trabalha com um teto de aproximadamente 30 mil reais, porém apresentou uma produção de apenas R$ 5.908,15, equivalente a 20% do investimento possível. Outra prefeitura que não atingiu os valores pactuados foi a de Vale do Paraíso, que possui um teto de R$ 175.674,72, mas utilizou por volta de 70 mil reais, pouco mais de 40%. Em Nova União dos mais de 110 mil reais do limite de repasses, o município utilizou R$ 53.714, 59, o volume gasto representa 47,9% do teto.
Enquanto a maioria dos municípios não atingiu o limite de repasse, o Estado superou o teto em R$ 5.765.913,00. A diferença indica que muitos dos serviços em saúde que deveriam ser feitos pelos municípios estão sendo realizados pela administração estadual. Para equilibrar as contas dos municípios e do Estado ficou definido na CIB que, do total de R$ 9.085.900,27, as prefeituras ficarão com R$ 6.230.973,09.
A divisão desse valor será pactuada segundo critérios do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosemes). “Do montante repassado pelo Ministério da Saúde, o Estado ficará com R$ 2.854.926,91, o que representa apenas 50% da reposição do estouro do teto. Os outros 50% serão custeados através de recursos próprios, provenientes da arrecadação estadual. Esperamos que com a nova pactuação de valores, as prefeituras cumpram as definições da CIB, que até agora não vem sendo efetivadas pela maioria dos municípios”, completou o secretário da Sesau.

Fátima Cleide defende plano para reduzir impacto social de hidrelétricas

Brasília (Mara Paraguassu/Assessora de Imprensa) - Em reunião ontem (18) com o ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, para tratar da implantação das hidrelétricas do rio Madeira, a senadora Fátima Cleide(PT-RO) defendeu a adoção de um plano equivalente ao que foi adotado no Pará para minimizar os impactos ambientais e sociais causados pela pavimentação da BR-163.
A senadora disse que no aspecto ambiental, com as 33 condicionantes estabelecidas pelo Ibama para a concessão da licença prévia para a usina de Santo Antonio, muitos problemas apontados têm solução e no Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental estão estabelecidas ações sob a responsabilidade dos empreendedores.
“Queremos um plano para permitir que a população de Porto Velho não seja duramente impactada pelo crescimento que a cidade sem dúvida vai experimentar. Hoje, somente com a expectativa dos empreendimentos, já existe uma movimentação intensa no município, e os serviços públicos de atendimento à saúde, transporte e trânsito, dentre outros, precisam ser fortalecidos”, disse a senadora ao ministro.
A reunião, agendada pelo coordenador da bancada de Rondônia, deputado Eduardo Valverde(PT), teve o propósito de informar ao ministro - recém- empossado no cargo – sobre os empreendimentos no Madeira e o contexto social e econômico de Porto Velho.
Ao ministro foi entregue um documento elaborado pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Rondônia, resultado do seminário “Pensando Porto Velho”, realizado este mês pela entidade, e que teve o propósito de debater medidas para evitar o crescimento desordenado da cidade.
“Porto Velho deve receber 110 mil habitantes em cinco anos. De acordo com os nossos estudos, a educação é o setor que mais receberá impactos se não forem adotadas providências”, disse Jorge Luis da Silva Alves, do Crea. Segundo ele, serão necessários investimentos próximos a R$ 2 bilhões para adaptar a capital à nova realidade.
A senadora Fátima Cleide registrou ainda que, embora o governo federal tenha inserido no PAC mais de R$ 600 milhões para Porto Velho, o município precisa de mais apoio e parceria na implementação de medidas para ampliar sua infra-estrutura e promover com maior rapidez a regularização fundiária, iniciada pela atual gestão.
No encontro com Edson Lobão também estiveram presentes o senador Valdir Raupp e os deputados federais Mauro Nazif(PSB) e Natan Donadon(PMDB).

Renovação da frota de transporte fluvial é tema de projeto de Expedito Júnior

Brasília (Fabíola Góis/Assessora de Imprensa) - O senador Expedito Júnior (PR/RO) apresentou projeto de lei que autoriza o BNDES a abrir uma linha de crédito especial destinada a financiar investimentos na renovação da frota de transporte fluvial na Amazônia. A preocupação do parlamentar é com os constantes acidentes, muitos deles com mortes, envolvendo barcos e lanchas que transportam a população nos rios da Amazônia. Grande parte da frota desses veículos é muito antiga.
Assim como os Governos Federal e Estadual fazem em relação à frota de táxi, criando incentivos para aquisição de veículos novos, o senador pretende que essa mesma facilidade seja concedida aos proprietários de transportes fluviais na Região Amazônia e no restante do País.
Pela proposta de Expedito Júnior, os empréstimos para aquisição de barcos e lanchas terão taxa de juros de 6% ao ano e terão prazo de duração de dez anos, com três de carência. As condições para realização dos empréstimos, seus limites, condições financeiras e parâmetros técnicos serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional. “O transporte fluvial é fundamental para a Amazônia em razão de suas características geográficas. A região possui aproximadamente metade dos 48 mil quilômetros de vias navegáveis do território brasileiro. No entanto, a exploração desse potencial tem ficado muito aquém das necessidades da população”, afirmou o senador.
Para Expedito Júnior, os grandes empresários do setor privado e o governo não investem no transporte fluvial amazônico, dominado por embarcações clandestinas, sem segurança e com superlotação. O senador lembrou que em 1981 o barco Novo Amapá naufragou no Rio Amazonas com mais de 696 pessoas a bordo. Sua capacidade era de 150 passageiros. Morreram 352 pessoas, sendo que 70 corpos permaneceram desaparecidos. “Acredito que a abertura de uma linha de crédito subsidiado para investimentos em área tão crítica como o transporte fluvial amazônico estaria de acordo com o papel do BNDES. Tais investimentos, além do alto retorno econômico e social, ajudariam a salvar vidas”, destacou.

À militância petista


Sem legitimidade

1.- O terceiro turno da eleição interna do PT demonstrou para quem ainda não tinha percebido que não há qualquer legitimidade no resultado divulgado. Além do baixíssimo comparecimento, apenas 20% dos filiados que compareceram no primeiro turno, várias irregularidades foram novamente patrocinadas pelo candidato derrotado e seus apoiadores, transformando aquela eleição numa vergonhosa farsa.
2.- Desconsiderando a determinação de que o terceiro turno seria coordenado pelas direções zonais, em diversas cidades o processo foi coordenado por pessoas sem qualquer ligação com a direção zonal e, o que é pior, por coordenadores da campanha de Vigilante. Em alguns destes casos, o processo foi colocado sob suspeita por absoluta falta de isenção destes coordenadores.
3.- Há denúncias de inchaço das listas de votantes em Taguatinga, Planaltina, Ceilândia e Riacho Fundo I, dentre outras. Em alguns casos, como Samambaia, a eleição, além de ter sido organizada por coordenadores da campanha de Vigilante, não contou com qualquer tipo de fiscalização ou acompanhamento. O resultado alcançado naquela cidade é alvo de questionamentos por total falta de transparência.
4.- Da mesma forma que ocorreu no segundo turno, vários foram os flagrantes de uso de recursos externos ao PT, demonstrando que não havia qualquer preocupação com esta questão.
5.- A decisão da Comissão, tomada na sexta-feira à tarde, de não impugnar a candidatura de Vigilante, mesmo estando diante de provas irrefutáveis; mas, decidindo encaminhar a denúncia para a Comissão de Ética Nacional, demonstra que não se pode dar qualquer legitimidade para o resultado da eleição, pois o candidato denunciado agora é um candidato investigado.
6.- Diante da realidade de Vigilante ser investigado e, com já estão provadas as irregularidades, a Comissão de Ética poderá decidir por uma punição, que no caso, pode ser a cassação do registro de sua candidatura. Desta forma, a eleição do PT no Distrito Federal continuará sob questionamento, já que o processo estará em análise pela Comissão de Ética.
7.- De nossa parte, como já havíamos anunciado, não reconhecemos qualquer legitimidade no resultado eleitoral divulgado no último domingo e aguardaremos que a Comissão de Ética do Diretório Nacional adote uma postura diferente da atual Comissão de Julgamento dos Recursos, e faça uma análise detida, técnica, responsável, isenta, imparcial e adote uma decisão justa para o caso.
8.- Independentemente do andamento do processo na Comissão de Ética, continuaremos construindo o nosso PT como sempre fizemos, com ética, seriedade, democracia e respeitando a vontade da maioria dos filiados. Este é nosso compromisso de sempre!


Movimento PT, MAS/PT, Esquerda Plural,Articulação de Esquerda, Base Petista e Socialista Socialistas do Movimento Popular

Programação TV Br


Partitura do Créu

Esssa é para o Rebolinho, Mala Véia, Edson JB e Juliano

terça-feira, 18 de março de 2008

Safra de feijão vai injetar R$ 210 milhões na economia em RO

A safra de Rondônia é suficiente para atender ao consumo
interno e ainda gera o excedente para exportação

Porto Velho (Decom) - Aos preços praticados hoje no varejo, a próxima safra de feijão de Rondônia vai significar uma injeção de R$ 210 milhões na economia a partir de abril, quando começa a colheita. A estimativa é da Secretaria de Estado da Agricultura, Produção e do Desenvolvimento Econômico e Social (Seapes) após a conclusão dos trabalhos de distribuição de 300 000 quilos de sementes selecionadas, equivalentes a 10 carretas, para agricultores de todos os 52 municípios, dentro do Programa Semear, administrado pela secretaria.
“Trabalhamos com a expectativa de uma safra superior a 42 000 toneladas, o que equivale a um valor agregado de até R$ 210 milhões que deve circular na economia local, quando se considera o preço atualmente praticado no varejo, de cerca de cinco reais o quilo”, afirmou Evaldo de Lima, chefe de gabinete da Seapes, que representou o titular da pasta, Marco Antonio Petisco, na maratona de visitas aos municípios para a distribuição das sementes a cerca de 15 000 produtores, trabalho que foi liderado pelo vice-governador, João Cahulla.
Segundo Evaldo, a produção da leguminosa deve aumentar 15,4% em relação à última safra, saltando de 36 600 para 42 200 toneladas, e boa parte deste crescimento deve-se ao sucesso do Programa Semear, uma iniciativa que busca as variedades melhor adaptadas às condições climáticas e de solo do Estado.
Por conta de uma peculiaridade do feijão, que não pode ser armazenado por muito tempo em supermercados, boa parte da safra rondoniense é adquirida por compradores de Manaus (AM), Rio Branco (AC) e até de capitais do Nordeste, porém, como o consumo per capita situa-se em torno de 15 kg/ano, a safra de Rondônia é suficiente para atender ao consumo interno e ainda gera o excedente para exportação.
“A eventual importação do produto é devida a uma conveniência comercial entre cerealistas, atacadistas e dono de supermercados, porém, o fato é que nossa produção nos permite obter receitas extras com a safra 2008, recursos que, no total, equivalem a uma vez e meia a arrecadação recorde do ICMS, registrada em janeiro deste ano”, finaliza Evaldo de Lima.

Sedam apreende 10 mil metros cúbicos de madeira e aplica R$ 9,5 mi em multas

Fiscais da Sedam inspecionaram dezenas de madeireiras em Rondônia

Porto Velho (Decom) - Nesta semana os fiscais da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) apreenderam aproximadamente dez mil metros cúbicos de madeiras e multas chegam a R$ 9,5 milhões de reais na operação realizada em Machadinho D’Oeste e Cujubim. Nesta semana foram apreendidos mais 1.667.896 metros cúbicos de madeira ilegal, que totaliza 10 mil m³ e foram aplicados R$ 3.6 milhões em multas. A operação já havia contabilizado em apreensão 8 mil metros cúbicos e em multas R$ 6,5 milhões de reais. A madeira ilegal apreendida é suficiente para encher mais de 450 carretas.
A ação adotada pela Força Estadual é de vistoriar pátios de madeireiras para conferir a movimentação do Ceprof (Cadastro de Exploração de Produtos de Origem Florestal) de madeira declarada, adquirida, comercializada e a existente no local; verificar o licenciamento ambiental, plano de manejo, o transporte de madeira e atender denúncias. Em Cujubim cinco madeireiras foram interditadas por não apresentar licença ambiental.
De acordo com o secretario da Sedam Augustinho Pastore a operação será por tempo indeterminado. ”A Sedam implementará as ações de fiscalização objetivando evitar ilícitos ambientais nas unidades de conservação que são patrimônios protegidos por lei”, completou.